16 abril 2014

Why you will fail to have a great career

12 abril 2014

Flow, the secret to happiness

09 abril 2014

cada passo



Rotina é uma palavra que gera para muitos uma sensação de monotonia, insipidez, sensaboria. E contudo a rotina é um factor de estrutura. A nossa energia fica mais focada, segue um ritmo, um balanço que gera harmonia interna. Há que saber criar a rotina, pois nela devemos incluir tanto de planeamento e realização, quanto de sonho e celebração, para seja manifestamente um factor saudável na vida.

O Outono traz a energia da depuração, da limpeza que nos prepara para trabalho mais profundo, mais desperto, mais consciente. Qualquer trabalho é colheita, de uma semente visionária, de uma meta estabelecida, de um percurso traçado. E traçar esse rumo, em direção ao sucesso – seja qualquer for a nossa definição de sucesso – implica uma mente limpa e um corpo são. O trabalho flui mais suavemente a partir de um estado relaxado e saudável do corpo e da mente. Urge então preparar o corpo e a mente para este mergulho interno, no trabalho, na entrega a um propósito, deixando contudo sempre espaço para o inesperado, para o mistério que é a própria Vida. 

Cada passo no caminho é importante por si só.

sobre a cura



Com o sol no pino, os ideais e as esperanças erguem-se para nos lembrarmos que o caminho que percorremos a nós pertence. Podemos procurar inspiração e a sabedoria nos ‘Mestres’ que vamos encontrando na vida, contudo todas as ideias e filosofias ‘exteriores’ que vamos integrando na nossa forma de estar e de ser têm o propósito de nos fazer despertar o ‘Mestre’ interno, a Voz única do nosso coração. 

Da mesma forma, nos procedimentos terapêuticos, podemos colocar a intenção de ajudar um paciente no seu caminho de cura, contudo devemos manter presente que o indivíduo interfere de forma perentória no seu próprio processo de regeneração, dependendo o mesmo mais da sua vontade e crença, do que do tratamento empregue. O médico ou terapeuta guiam o paciente na despertar da sua auto-cura, fornecendo ferramentas que o estimulam a descobrir o funcionamento profundo do seu corpo. Neste processo agem como meios de activação da consciência da inteligência do corpo. A verdadeira responsabilidade da ‘cura’ recai no paciente, dependendo da sua receptividade, da sua vontade de reabilitar-se, da sua fé na possibilidade profunda da reconquista da condição de saúde, da sua aceitação da cura. 

A nossa unicidade transforma o nosso processo de auto-conhecimento e auto-cura também únicos.

celebrar...



A comunidade tem os seus alicerces em rituais, em momentos de pausa, que precisamos de marcar na nossa memória, congelar fragmentos de felicidade, para que mais tarde, esses instantes nos devolvam o sentido e a validade do percurso que escolhemos.

A celebração fez sempre parte da vida social de um povo. Contudo a Sociedade tem-nos absorvido nas contingências da vida quotidiana, fazendo-nos olvidar que celebrar, tanto quanto trabalhar é uma ‘obrigação’ diária. Celebrar cada pequena vitória nas nossas vidas atribuladas, permite-nos manter presente o valor de cada etapa alcançada – ainda que aparentemente pequena – na delineação do nosso sentido de vida.

Os rituais de celebração são importantes porque validam a nossa passagem na Terra, e fortalecem-nos nos passos que temos ainda de dar no encalce da felicidade pessoal.

cour age



Temos o privilégio de estarmos embarcados nesta nave chamada Terra. No meio do caos e da adversidade a coragem de enfrentarmos o mundo, mas sobretudo de nos enfrentarmos a nós mesmos deve prevalecer. É nos confins do nosso interior que reside o móbil e o segredo para a revelação do nosso potencial criativo. Pertencemos a uma pequena percentagem da humanidade que vive na graça de ter água, luz, gás, estradas, o que comer, e uma estrutura social aceitável. Somos responsáveis pela história que o nosso dia escreve todos os dias, e podemos – felizmente! – escolher a forma como vamos enfrentar cada desafio, incompreensão ou crise aparente. Porque o problema manifesta-se na vida como produto dos anseios internos; a crise nasce da escolha de darmos forma e peso à parte de nós que menos interessa. Contudo se é uma escolha, se depende de nós, porque continuamos a escolher esta via mais densa? 

Hoje está presente a hipótese de escolhermos. Podemos agora, nesta encruzilhada, optar pela loucura, pelo atrevimento de sermos ousados, e efectivamente optarmos por sermos felizes. Começa no primeiro sorriso que damos pela manhã – provavelmente a nós próprios – e passa pela boa disposição com que resolvemos acolher cada desafio, encontrando e enfatizando o recanto da alma de onde brota o alento e a coragem para aceitar e promover tudo o que é belo, e porém efémero na nossa vida. Da capacidade de ouvirmos um ‘não’, da firmeza na receção de uma crítica, nasce a aceitação de sermos livres para sermos quem somos, e a permissão de sermos a inspiração para aqueles que nos rodeiam.

A coragem = coração em ação, é mais doce e paciente, do que afoita e temerária. 

Mobiliza-nos a vivermos realmente a vida, de forma inocente e espontânea, fiel à demanda do nosso interior.

Propõe-se-nos tempos de evolução e mudança, em que nos cabe aceitar as dores de crescimento como afortunados sintomas do processo.

berlin song

08 abril 2014

stay alive


02 abril 2014

Andrew Solomon: Depression, the secret we share

all i want